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Resenha: Duro de Matar 4.0: Espelho do atual mundo computadorizado

Um espelho do atual mundo computadorizado, o filme Duro de Matar 4.0, da Fox Film, lançado em 2007 nos E.U.A, na direção de Len Wiseman, estreou no Brasil em 3 de agosto de 2007. O sucesso deu-se no elenco de Chris Palermo, Justin Long, Yancey Arias, Yorg Constantine, Maggie Q, Timothy Olyphant e o astro Bruce Willis.
A ação fez-se famosa desde seu primeiro lançamento em 1988, dando seqüência ao lançamento de dois filmes, em 1990 e 1995. E desta vez, a franquia do filme, mostrou a tamanha força que possui no cinema. Duas décadas depois arrasa, mostrando na era digital, o poder que uma infra-estrutura computadorizada exerce no mundo.
Tudo começou quando o Detetive John McClane (Bruce Willis) é convocado para a missão de impedir um atentado em Washington, no dia da Independência dos E.U.A, na qual terroristas tinham em mente, aumentar suas contas bancárias, fazendo o download de toda economia do governo, fraudando o sistema.
O território norte-americano fica em caos, no comando do vilão Gabriel, o líder da quadrilha, interpretado pelo galã Timothi Olyphant, que tem a ajuda de sua bela “companheira”, Mai, interpretada por Maggie Q. Com o monitoramento de hackers, invadiram a infra-estrutura que controla desde as comunicações, transportes e energia do país, ameaçando um “Amargedon cibernético”.
Ao “abusar” do FBI, os vilões iniciaram uma “queima de arquivo”, eliminando os hackers que os ajudaram nos crimes cibernéticos. Em pleno feriado do dia 4 de julho e com a maioria dos agentes federais de folga, o FBI tem somente a proteção do herói “imortal”.
Antes que as provas fossem apagadas, McClane sai à procura do hacker Matt Farrell para reverter a situação. O jovem torna seu parceiro e o ajuda no extermínio da quadrilha e no resgate de sua filha, que no fim da trama, fica refém dos bandidos.
Sendo uma franquia dos anos 80, o filme abandona o velho padrão de ação e abusa dos efeitos especiais, com som e batida forte. Assim como o filme Matrix, foge do realismo e exagera nas ações, dando um show de tecnologia. Um verdadeiro espetáculo de 130 minutos, que expõe até que ponto uma sociedade pode depender da tecnologia.