

BRASIL, Sudeste, PENAPOLIS, Mulher, de 20 a 25 anos, Arte e cultura, Livros, Jornalismo!
MSN - marilia.web_jornalismo@hotmail.com
Texto escrito por:
Camila Vieira, Juliana Oliveira, Marília Lopes, Natalí Garcelan e Thiago Bogo
Luz, câmera... You Tube!
As ferramentas de vídeos oferecidas no You Tube são mais que serviços de entretenimento. Podem servir como bancos de dados como, por exemplo, entrevistas, documentos históricos, shows, reportagens, entre outros.
Canais como o Vídeo, que disponibiliza diversos trailers de filmes e milhares de vídeos de todos os gêneros, o Channels que possui diversos postagens de novelas e seriados, e o Comunnity que permite ao internauta o acesso a comunidades de diversos países. É uma interatividade que nos leva à Web 2.0.
O jornalista Silvio Henrique Barbosa, editor-executivo do Jornal da Gazeta, exemplificou na Semana de Comunicação e Moda Toledo (SECOMT 2008), a importância dos vídeos postados no You Tube para o jornalismo, exibindo uma reportagem sobre o sistema carcerário para menores de idade. O jornalista reuniu vídeos do Brasil e dos EUA retirados do site, o que contribuiu para a ilustração da matéria.
Com esses aspectos positivos, o You Tube no atual mundo globalizado, é uma ferramenta essencial de trabalho, principalmente para comunicadores. Mas se for usado para difamação e sem direitos autorais, o site pode causar constrangimentos para os personagens envolvidos.
O que deve-se levar em consideração é que o site é feito pelos internautas. Portanto, cabe a todos o dever de fiscalizar e denunciar qualquer ato criminoso. E o mais importante é colaborar postando materiais atrativos e educativos.
Resenha: Duro de Matar 4.0: Espelho do atual mundo computadorizado

Um espelho do atual mundo computadorizado, o filme Duro de Matar 4.0, da Fox Film, lançado em 2007 nos E.U.A, na direção de Len Wiseman, estreou no Brasil em 3 de agosto de 2007. O sucesso deu-se no elenco de Chris Palermo, Justin Long, Yancey Arias, Yorg Constantine, Maggie Q, Timothy Olyphant e o astro Bruce Willis.
A ação fez-se famosa desde seu primeiro lançamento em 1988, dando seqüência ao lançamento de dois filmes, em 1990 e 1995. E desta vez, a franquia do filme, mostrou a tamanha força que possui no cinema. Duas décadas depois arrasa, mostrando na era digital, o poder que uma infra-estrutura computadorizada exerce no mundo.
Tudo começou quando o Detetive John McClane (Bruce Willis) é convocado para a missão de impedir um atentado em Washington, no dia da Independência dos E.U.A, na qual terroristas tinham em mente, aumentar suas contas bancárias, fazendo o download de toda economia do governo, fraudando o sistema.
O território norte-americano fica em caos, no comando do vilão Gabriel, o líder da quadrilha, interpretado pelo galã Timothi Olyphant, que tem a ajuda de sua bela “companheira”, Mai, interpretada por Maggie Q. Com o monitoramento de hackers, invadiram a infra-estrutura que controla desde as comunicações, transportes e energia do país, ameaçando um “Amargedon cibernético”.
Ao “abusar” do FBI, os vilões iniciaram uma “queima de arquivo”, eliminando os hackers que os ajudaram nos crimes cibernéticos. Em pleno feriado do dia 4 de julho e com a maioria dos agentes federais de folga, o FBI tem somente a proteção do herói “imortal”.
Antes que as provas fossem apagadas, McClane sai à procura do hacker Matt Farrell para reverter a situação. O jovem torna seu parceiro e o ajuda no extermínio da quadrilha e no resgate de sua filha, que no fim da trama, fica refém dos bandidos.
Sendo uma franquia dos anos 80, o filme abandona o velho padrão de ação e abusa dos efeitos especiais, com som e batida forte. Assim como o filme Matrix, foge do realismo e exagera nas ações, dando um show de tecnologia. Um verdadeiro espetáculo de 130 minutos, que expõe até que ponto uma sociedade pode depender da tecnologia.
O Encontro
Ser feliz depende de muito pouco. Aos meus olhos, basta ter uma família, saúde, dinheiro e muita fé. Viver com amor, intensamente e estar preparado para o que der e vier. Mas nem sempre é assim, nem sempre a vida é rosa e nem sempre a surpresa é agradável. O que fazer? Só resta encarar a vida, optar por um caminho e seguir em frente.
Menina moça. Meus olhos brilhavam pelo simples cumprimento de alguém, brilham até hoje, jamais permiti que parasse de brilhar. Poderia acontecer qualquer coisa. E foi assim que encontrei com meu pai, pela primeira vez na vida. Como sabia que era ele? Não sei. Pensei que era, e era mesmo. Negro, alto, o pior é que era o meu semblante. Não tinha como não ser ele.
Um pedido. Ele me pediu perdão. Perdão por fazer de conta e brincar que não tinha filha. O meu coração dizia não, mas não sei por que, meus lábios disseram sim. O coração palpitava, aliás, eu queria saber como era ter um pai de sangue, porque de coração eu já tinha.
Loucura. Jamais havia pensado nesse encontro. Sempre soube do paradeiro desse pai, mas nunca tive curiosidade
Outro pedido. Não queria que eu fosse embora. Mas eu não poderia ficar com um cara que não conhecia e que queria resgatar em uma hora o que perdeu em 15 anos, ainda, da forma mais indelicada possível. Acabou. Parei por ali e cortei laços. Nada mais poderia acontecer entre nós. Pai e filha não poderiam existir.
Sabia que mais cedo ou mais tarde ele iria se arrepender e me procurar. Aconteceu! Encontramos-nos em um casamento:
_ Me conceda essa dança?
_ Não!
Isso não quer dizer que meu coração está cheio de mágoas. Apenas sei o que é melhor para mim. Tenho uma família. Tenho amor para dar e para receber. Só não tenho tempo para gastar com quem finge que gosta de mim e quer se apropriar dos meus sentimentos, da minha bondade, para fazer aparências.
Chega de críticas. Mais uma vez fico com a linda canção Pais e Filhos de Legião Urbana: “Você culpa seus pais por tudo. Isso é um absurdo. O que você vai ser quando você crescer?”. Não possa fazer nada quanto a esses encontros. Apenas evitar que eles se resultem em mais uma triste história.

Mudança de Vida
Busco uma vida estável. Aliás, não dá para fazer planos se não se sabe para onde ir e o que fazer. Estava vivendo uma vida louca. Todos os dias, em duas semanas atrás, eu seguia o mesmo trajeto, - saia de Penápolis ao amanhecer, para trabalhar e estudar em Araçatuba, e só voltava às 23:30h, detalhe, o dia todo sem tomar banho, não me envergonho de dizer.
Em cada horário havia um obstáculo que me impedia de cumprir rigorosamente com os horários. Estar fora do próprio terreno, sem ter onde ficar, não foi bom. Mas agradeço a Deus por ter permitido a vivência e o aprendizado
Experiência única, e que apesar dos sacrifícios, me levou a querer ter uma vida mais independente e facilitar as coisas, tanto para mim, quanto para a minha família, que tinha que arcar com as despesas, entre passagens de ônibus e alimentação.
Sair de casa foi a solução. Amanhã vai ser meu primeiro dia sem as mãos da minha avó e sem a cabeça da minha mãe, enfim, meu primeiro dia a me virar sozinha... Rsrs. Estou ansiosa, preocupada, porém feliz. Sei que não vai ser fácil. Mas vou poder delinear com mais firmeza a linha para seguir os meus planos.
Estudar, trabalhar e morar na mesma cidade é o ideal, pelo menos parece ser. Assim vou seguir minha rotina, ter um dia-a-dia mais aproveitado, onde poderei com mais tempo realizar os meus trabalhos, me aprofundar nos meus estudos. Vai ser difícil. Mas vai dar tudo certo. Estou torcendo por isso. Torça por mim!
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Pérolas do Orkut na rede
Ter uma página na web não é somente interatividade. O programador Igor Pucci, 24 anos, de Araçatuba, interior de São Paulo, em uma coletiva no Unitoledo para os alunos de jornalismo, contou como abriu o site www.perolasdoorkut.com.br, que reúne as mais diversificadas e divertidas fotos do Orkut, um site de relacionamento. Através dessa idéia que começou em Julho de 2007, conseguiu não só milhares de acesso, mas se manter financeiramente.
Pucci se formou em Ciência da Computação e programou sites para empresas da região, mas quando se viu tomado pelo Pérolas do Orkut, largou o trabalho para dedicar mais tempo na web. Investiu no layout e buscou as mais variadas fotos. No começo era somente uma diversão para mostrar aos amigos, mas os acessos que passavam de mil por dia fizeram com que o site se sobrecarregasse e saísse do ar. Desta forma ele renovou formato e o conteúdo, e teve sucesso garantido. Hoje os acessos passam de 6 mil por dia.
Frequentemente são feitas atualizações, Pucci conta com duas colaboradoras para ler os e-mails e abrir as fotos enviadas de diversas localidades. Conteúdos como pornografia e comentários preconceituosos são censurados. “O site não é visto como preconceituoso, tive o intuito de desvincular o nome “pérolas” da idéia do ridículo”, diz. Além dos cuidados com a preservação da imagem das pessoas, antes de iniciar este trabalho, consultou um advogado para usar o site de forma legal, sem violar os direitos das pessoas. “Todo mundo gosta”, salienta.
Igor Pucci é pos-graduando
Foto - Thiago Bogo
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos tem sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irresponsavelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tinha tido paciência para tomar banho.
Eu, que tantas vezes tinha sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes de etiquetas;
Que tinha sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda,
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que me confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma covardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmão,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos – mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que tenho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
Fernando Pessoa
Reportagem
HIV, papo sério
“São mais de 6 mil jovens infectados todos os dias”
Jovens e adolescente são as maiores vítimas de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), cujo contato se dá exclusivamente através do ato sexual. O HIV é o que causa mais preocupação, seu vírus destrói o sistema imunológico que defende o organismo das infecções, dando oportunidade para a AIDS, denominada um conjunto de doenças, atacar o organismo enfraquecido.
Pesquisa divulgada pela Unicef recentemente, mostra que pessoas entre 15 e 24 anos, correspondem hoje à metade de casos infectados por HIV no mundo. São mais de 6 mil jovens infectados todos os dias, no Brasil uma porcentagem de 0,5%, sem muita diferença entre homens e mulheres.
O médico ginecologista, Flávio Sakumoto afirma que a minoria dos jovens usam o preservativo frequentemente e de forma correta. Ressalta que apesar dos jovens terem bastante informações, principalmente sobre o uso do preservativo, eles tem um pensamento de que a doença não vai acometer eles, que está longe da realidade deles, e com esse tipo de pensamento acabam contraindo o HIV.
Uma vez que programas de Educação Sexual circula por todas as partes com o objetivo de reduzir essa vulnerabilidade nos jovens, não atinge ao todo, principalmente os menos favorecidos, aqueles que não possuem convívio com os pais, vida acadêmica e adolescentes infratores. O objetivo é reduzir esses números cada vez mais acessíveis às doenças. Os jovens como forma de prevenção, devem procurar ajuda média assim que iniciarem a vida sexual.
A questão indígena

19 de Abril. Dia do Índio. Uma sociedade dominada e explorada, desde a chegada dos europeus à América. Cultura, rito e arte. O contato com o homem branco fez com que as tribos perdessem essa identidade passando a ser uma cultura inferior e grosseira, aos olhos de muitos. Não precisa ter intelecto o bastante para saber que essa sociedade possui uma relação baseada em regras sociais, políticas e religiosas, assim como cada povo, de todas as partes do mundo. Portanto todos possuem o mesmo direito. Cidadania, saúde e educação.
Pensar na questão indígena hoje, não é somente pensar nos antepassados, no arco e na flecha, é pensar no futuro,
Mas esses direitos não podem ser pensados como um obstáculo ou um problema, ao contrário, um pré-requisito da preservação de uma riqueza ainda desvalorizada, mas de suma importância, aos conhecimentos dessas populações tradicionais. É por isso, irracional querer abrir todas as áreas da Amazônia à exploração indiscriminada. O que pode assim, relacionar os direitos dos índios com os interesses da sociedade brasileira como um todo. Um benefício que sustentará uma sociedade e uma natureza primordial às vidas.
Caso Isabella Nardoni

Tentei tapar o sol com a peneira, mas não consegui. Preferi ficar com a tese de que havia uma terceira pessoa envolvida no caso. Queria continuar pensando assim. Já não sei mais o que pensar. Fecho os olhos, imagino a cena e balanço a cabeça. Inconformada. Meu Deus, como pessoas podem ser tão cruéis.
Um anjo, uma criança indefesa, sem ar, “caindo” da janela de um prédio. Apenas 5 anos, nem a metade da infância ela pode saborear. Com 19 anos, me coloco no lugar como mãe, como avó, como um membro da família, indignada com essa crueldade.
Como pode? Porque Alexandre, você deixou que isso acontecesse com sua filha? Por quê? Ah, como eu queria te pegar, te surrar, fazer você pagar por tudo isso. Não só eu, mas creio que o Brasil e até mesmo o mundo deseja isso, a você e sua mulher Ana Carolina.
Que crueldade. O que me resta agora é novamente fechar os olhos, mas quero ver Isabella em outro plano, onde a vida é eterna. Onde nada possa machucá-la. Meu inconformismo é com a crueldade, procuro entender porque humanos estão trocando de lugar com os bichos. Irracionais e perigosos.
JUSTIÇA!

O Correspondente Internacional
Pedro Bial, em Crônicas de Repórter conta o que viveu por frente e atrás das câmeras como Correspondente Internacional da TV Globo. Um dos cargos mais idealizados da profissão jornalística. Um trabalho duro que exige muita disposição e esforço de um profissional disposto a dar o sangue por uma matéria – por vezes literalmente. Fora do seu país presenciou momentos de tensões e conflitos, que receberam amplas coberturas jornalísticas.
Com toda a equipe, vivenciou o mais arriscado da profissão: o correspondente da guerra. Assistiu o ódio, a vingança, o fanatismo suicida e o nacionalismo. A guerra do Oriente Médio, muitas história em suas mãos, sangues e gritos de horror, que as transformou
As reportagens, as entrevistas e as transmissões feitas são detalhadas e contadas ironicamente, com um tom sensível e emotivo, porém divertido. Bial não deixa escapar uma gafe sequer. O prazer, o poder de vivenciar, de estar. A Revolução Romena de 89 e o Parlamento Russo de 93, Londres e a volta dos Beatles. O bom e o ruim... Tudo o que está envolvido na globalização, na rede de TV. A responsabilidade social, a ética e o dever de cumprimento da profissão. O domínio do ofício.
A imagem de seu país. Bial usa paradigmas, comparações e retrospectivas. Sua chegada ao Brasil fica mais poética e literária, evidente emoção que marca a obra. A Bienal do Livro, Copacabana, o Esporte... Um Brasil confuso e cheio de histórias. Um olhar surpreendente sobre sua terra. Uma chegada acompanhada de uma vitória que rendeu muito trabalho. Entrevistas, palestras, uma verdadeira aula de jornalismo.
É hoje... O dia do Beijo!
“Um beijo movimenta 29 músculos, desses, 17 são da língua. Queima caloria e libera um hormônio chamado serotonina, que eleva o humor e produz uma sensação de bem-estar e felicidade.”
No dia 13 de Abril comemora-se o dia do Beijo. Não se sabe ao certo quem decretou esta data e quando esta “arte” de beijar surgiu. Muitos dizem que teria surgido no ano 500 antes de Cristo, na Índia.
Há a versão de que seria uma evolução de um ato de carinho das mulheres da caverna, em que colocavam alimento na boca e mastigavam para dar aos seus filhos pequenos. Uma outra, em que teria surgido das lambidas dos homens das cavernas em seus companheiros em busca de sal. E também, Charles Darwin acreditava que o beijo era uma evolução dos macacos, das mordidas que davam nos parceiros em ritos pré-sexuais.
Bom, versão não falta. Mas nada como uma boa pesquisa para firmar a história do beijo e consolidar este ato tão gostoso. Enquanto isso não fique parado (a), corra e beije seu amor, seus amigos e sua família. Não há quem não goste de beijo. Esta delicia é bem-vinda em qualquer hora.
“O Jornalismo enquanto Quarto Poder”
A mídia tematiza e programa. Tem o poder de persuadir, de informar. Agenda o conteúdo das pessoas e diz sobre o que elas devem pensar. Essa fixação de agendar, de pautar o que o público vai assistir, ler e ouvir, produz grandes efeitos através comunicação, principalmente os efeitos do jornalismo sobre a audiência. A mídia conduz o comportamento das pessoas, e o poder que ela exerce na maioria das vezes vem de aspectos econômicos e políticos.
Quando o território era controlado em todas as suas instâncias por um monarca absoluto - o Rei, Montesquieu criou os três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário, que passou a ser controlado por pessoas diferentes, em qualquer parte do mundo, em uma “democracia moderna”, e fez válida a divisão desses poderes, cada um exercendo uma função relacionada às leis.
Diante dessas questões que são colocadas em diversas teorias e estudos sobre a mídia e poder, o jornalismo que tem a função de informar, trazer a verdade e tudo o que acontece no mundo, também é posto dentro desses conjuntos de teorias como o Quarto Poder, no qual investiga, denuncia, revela, enfim, tudo o que for a prol da sociedade. Essa idéia surgiu no século XX, com a disseminação da informação e da tecnologia.
Como os três poderes que vigoram, executam e sancionam, ajudam e fiscalizam um ao outro, o jornalismo enquanto Quarto Poder também é fiscalizado. Vigiado por uma sociedade urbanizada e complexa, em que o público nem sempre é persuadido, no qual ele critica e discorda de determinada cobertura da mídia. Por essa razão é que o jornalista tem que tomar todo o cuidado em querer ser um super-herói, achando que pode fazer o que der e vier com o poder que está em suas mãos – o poder da informação.
A informação é uma arma poderosa, e pode ficar mais ainda nas mãos de quem não sabe ou não quer com precisão passá-la para a sociedade. Dessa forma, os jornalistas têm um grande desafio: como preparar quadros de referência para lidar com essas quantidades de informações e saber selecionar o que a sociedade mais precisa, dentro da extraordinária disponibilidade existente.

A influência e o poder que a mídia exerce no cotidiano das pessoas, por uma infinidade de informações tende a hierarquizar os acontecimentos com ampla cobertura dos mais diferentes assuntos, buscando atender e agendar a uma faixa mais ampla possível de públicos. Fazendo com que o efeito social quase imediato destas escolhas diárias acaba por determinar os temas em discussão.
Por conseqüência da ação dos meios de informações, que destacam ou negligenciam os principais acontecimentos dos cenários públicos, as pessoas são livres para decidir o que querem ler, assistir e ouvir. Ou seja, o público pode incluir ou excluir de suas vidas, de seu dia-a-dia tudo o que a mídia inclui ou exclui do seu próprio conteúdo.
Mas é necessário que o jornalista diante de tantas responsabilidades, tenha a seriedade e continue trabalhando para tentar modificar o errado, lutando para que as coisas possam ser melhoradas e construídas para o bem de todos. Deixar o Quarto Poder e ter a verdade como foco principal da profissão.
Pois, a informação só vira de fato conhecimento, quando podemos jogá-la num contexto, medir sua importância, a partir de comparações. Senão ocorrerá, que depois de ver o mesmo assunto em todos os jornais o público conclui que nada entendeu, que quanto mais se informa, mais se desinforma. Só então, o profissional vai entender que nem sempre poder significa sucesso.
Telejornalismo
Jornalismo limitado pelo tempo
Em telejornalismo o texto é escrito para ser falado e ouvido. Pela própria característica dos veículos eletrônicos de comunicação - a instantaneidade -, o receptor deve assimilar a informação sem precisar repeti-la. Se isso não acontece, o objetivo de quem está escrevendo - transmitir a informação - fracassa.
O veículo televisão estabelece alguns padrões que os jornalistas precisam seguir, se buscam um melhor entendimento com o telespectador. Construções de frases objetivas e diretas que não deixam dúvidas sobre o que realmente o jornalista quer dizer.
Como a imagem é parte da natureza da TV, e em telejornalismo precisa-se casar imagem com informação, aqui a preocupação é fazer com que texto e imagem caminhem juntos, sem um competir com o outro: ou o texto tem a ver com o que está sendo mostrado ou não tem razão de existir, perde a sua função. O papel da palavra é dar apoio à imagem e não brigar com ela.
Se a televisão se impõe através da informação visual, é ainda limitada quanto à análise da mensagem que emite. O ritmo da programação da televisão é contundente. O que se considera desvantagem da TV (superficialidade) aliada a uma vantagem (imagem) gera um momento peculiar dentro do processo global de informação. A televisão estimula e provoca o interesse e a necessidade de se ampliar o conhecimento dos fatos: acredita-se no poder motivador da televisão enquanto meio de informação.
O espelho do telejornal (ordem, duração e divisão dos blocos da reportagem), também é resultado de uma reunião entre o chefe de reportagem, o chefe de redação e o diretor de telejornalismo. O telejornalismo evoluiu junto com a modernização do meio e com a utilização de novas técnicas. E devido às mudanças, as pessoas que trabalham nas redações de TV - jornalistas e técnicos - acabam adquirindo vocabulário próprio, que envolve termos específicos relacionados com as operações técnicas necessárias no telejornalismo como um todo.
O planejamento dos telejornais é de fundamental importância. Pois, cada segundo de notícia tem que ser planejado inclusive os imprevistos. Porque ao contrário do que muitos pensam não cabe em um telejornal a quantidade de notícias de um jornal impresso. Este sim pode ser ampliado infinitamente ou reduzido conforme a necessidade de espaço. Já o telejornal é limitado pelo tempo.
Mas em muitos casos o jornalismo na TV tem deixado a desejar. Um exemplo é o Caso Isabella. Uma alienação, que quanto mais se informa, desinforma. É preciso cuidado. Cautela. Não colocar a carroça na frente dos bois. A TV é grande formadora de opinião, por isso tem que estar 100% correta. No mínimo 99,9%.

Elogios...
É bom e todo mundo gosta
Passei muito tempo da minha vida vendo coisas maravilhosas, trabalhos perfeitos e pessoas belas. Passei muito tempo pensando sem dizer. Elogiando somente nos pensamos. Sem me dar conta do quanto era importante um elogio. Pecava duas vezes, porque não falava. Para mim simplesmente a pessoa já sabia que tinha acertado em cheio no visual, no novo corte de cabelo. Iria saber que estava melhor mais magro (a) ou mais gordo (a) e que o projeto saiu perfeito. Ignorância de minha parte. Eu confesso! Mesmo que saísse algo desnecessário da minha boca, teria tentado, com as melhores das intenções. É como aquele diálogo:
- Ah, ela sabia que eu amava. Não precisa dizer. Sabia disso todos os dias.
- Olha, não faz mal a ninguém saber que é amado. Talvez seja por isso que ela foi embora.
Ou então:
- Mãe a comida está uma delícia!
- Sim filha, eu sei!
E se a filha nunca dissesse? A mãe nunca iria saber. Por isso que desde o começo do ano fiz uma lista enorme, de muitas coisas que tenho que mudar
Talvez um simples elogio seja tudo o que a pessoa precisa, não na vida, mas naquele momento, naquele dia. Aposte nisso. Pense bem.Você pode achar que não é preciso. Mas realmente é importante. Sabe quando me dei conta de que essa atitude era mesmo necessária? Quando as pessoas elogiavam umas às outras e as coisas do meu lado, e eu dizia: Foi o que pensei! É Marília. Pensou mais não disse. Muitas vezes. Acorda. Elogio é bom e todo mundo gosta. Mas seja sincero (a)!
